Na próxima semana…
20/09/2009 às 22:02 | Publicado em Uncategorized | 1 ComentárioNa próxima semana vamos explorar o tema Mobilidade e Serviços. Será uma tentativa de descobrirmos como os avanços da tecnologia, bem como a mobilidade, é capaz de influenciar até mesmo em serviços básicos como o deslocamento de um indivíduo de um local a outro. Até lá…
O trabalho nas redes moveis
20/09/2009 às 21:56 | Publicado em Uncategorized | 1 ComentárioTags: Redes Móveis, Serviço, Teleperformance, Trabalho
Dos 2 mil atendentes do call center da empresa, 50 deles não precisam ir ao escritório para trabalhar. Até o fim do ano, serão 80 atendentes, no total, que trabalharão em casa, segundo Wilson Maciel Ramos, vice-presidente de planejamento e TI da Gol. Por enquanto, o atendimento feito pelos atendentes que trabalham em casa é apenas via chat, mas o atendimento telefone deve acontecer em breve. Pelo chat, o cliente pode, por exemplo, remarcar passagens, e tirar dúvidas sobre bagagens, documentos, vacinas e outros assunto relacionados ao serviço.
Com a solução da Teleperformance, o atendente usa seu próprio computador para receber as ligações dos clientes da Gol. O software é projetado para não permitir que o atendente use outro programa simultaneamente. Para garantir que o atendente não repasse o trabalho para outras pessoas, o sistema exige a identificação biométrica pela impressão digital de 30 em 30 minutos – um acessório, o leitor biométrico, é conectado ao computador e utilizado pelo atendente.
Segundo Ramos, a redução de custos é a principal vantagem de permitir o trabalho dos atendentes em casa. “Há uma força de trabalho disponível que tem dificuldade de se deslocar de casa para o escritório, como mães que precisam ficar com os filhos e portadores de deficiência física. Com esse sistema, podemos oferecer oportunidade de emprego a essas pessoas”, diz.
Para Ramos, o grande desafio do call center “doméstico” é cultural. “O brasileiros ainda tem receio de permitir que o funcionário trabalhe longe de um supervisor, fora do escritório. A modernidade desse projeto esta aí, na mudança de pensamento”, diz.
É a tecnologia sendo utilizada a favor da otimização do serviço, e no auxílio às pessoas que tem poucas possibilidades de deslocamentos ou necessidades especiais.
Fonte: http://info.abril.com.br/corporate/infraestrutura/preparese-para-a-mobilidade-20.shtml
Mobilidade em Educação
20/09/2009 às 21:46 | Publicado em Uncategorized | 1 ComentárioUm novo paradigma se desenha para a educação. A possibilidade de fazer cada vez mais com equipamentos menores e baratos pode impactar a educação positivamente. O blog http://mobeduc.blogspot.com/ foi criado para juntar este e outros novos paradigmas, buscando uma sinergia entre educação e tecnologia com foco no aluno, no professor e na escola. Esqueça o Windows, os celulares e os desktops. Pense em colaboração, acessibilidade, multimídia e em educação prática. O blog não possui atualização constante, mas vale a pena a visita para abrir a discussão sobre o tema da mobilidade na educação e ainda sobre as utopias a respeito do mesmo.
Leia mais: http://mobeduc.blogspot.com/
Ensino a distância: muito espaço e pouca mobilidade
20/09/2009 às 21:38 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioTags: Ambientes Virtuais, Aprendizagem, EaD, Ensino, Imobilidade, Mobilidade, Tecnologia
“Sendo certo que a infoexclusão é hoje sinônimo de exclusão social, a educação superior de adultos a distância contribui para a diminuição do fosso entre infoincluídos e infoexcluídos digitais. É esse também um benefício (mais um) de uma modalidade de ensino que mudará o nosso futuro, em termos que só a falta de visão, a tibieza ou a escassez de iniciativas conseguirão limitar”, escreve Carlos Reis, professor de literatura portuguesa e reitor da Universidade Aberta, de Portugal, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 02-09-2009.
Desde o governo FHC os educadores do ensino fundamental e médio constituem o alvo dos programas de governo, na esfera federal como em redes estaduais, de educação a distância calcados nas tecnologias da informação, por força das circunstâncias e da Lei de Diretrizes e Bases do Ensino, que, além de exigir de todos o diploma de nível superior, determina que lhes seja garantida a capacitação em serviço.
A urgência de promover o salto qualitativo no ensino público gerou intensa mobilização do MEC no sentido de financiar pesquisas sobre o uso da informática na EAD e implantar cursos a distância. Contraditoriamente, porém, a utilização da EAD com o fim de democratizar o acesso ao ensino superior fora do âmbito da formação de professores, assim como o uso das tecnologias da informação a fim de enriquecer e agilizar o processo de aprendizagem, mesmo quando se dá através do sistema presencial, caminha lentamente e vem desanimando os defensores mais entusiastas desta modalidade, aliás, nem tão nova assim: do envio de livrinhos pelo correio aos alunos, passando pelo uso do rádio e televisão, lá se vão mais de cem anos de educação a distância. E mais de cem anos de desconfiança em torno desta alternativa educacional que, em um país onde as desigualdades regionais são proporcionais às suas dimensões, deveria estar mais que consolidada. No entanto, mesmo que os problemas causados pelo distanciamento físico entre alunos, colegas e professores tenham sido minimizados por recursos como correio eletrônico, chats, videoconferências etc, e mesmo com a possibilidade de construção de ambientes virtuais de aprendizagem, que contextualizam conteúdos e constitui um divisor de águas na história da EAD, ela sofre com o imobilismo. Devido à falta de regulamentação do Ensino à Distância e por travas impostas pelo governo, apenas 1 milhão, dos 56 milhões dos estudantes brasileiros, utilizam essa metodologia de ensino.
Leia mais: http://www.portalelearning.com.br/noticia.aspx?sm=noticias&codnoticia=268
Mobilidade na Educação e no Trabalho
20/09/2009 às 19:59 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioTags: Educação, Mobilidade, Trabalho
Esta semana veremos como a mobilidade influencia intensamente a vida do homem moderno. Atividades primordiais tais como educação e trabalho acompanham esta evolução. A sala de aula deixa de ser o espaço único para se aprender e o ambiente de trabalho se desloca para novos lugares, incluindo o ambiente doméstico. Não é uma inversão de costumes, mas sim o estabelecimento de novas possibilidades facilitadoras e mais democráticas em um mundo onde a tecnologia tem agora o papel de partilhar saberes e interligar experiências. Confiram os posts sobre este tema.
Mania entre políticos e celebridades , o Twitter, serviço de microblogs gratuitos, é o grande fenômeno do ‘cyberespaço’. A ferramenta permite mandar mensagens curtas, de até 140 caracteres, para telas de computadores ou celulares - divulgando ações rotineiras ou fazendo comentários pessoais.
Parece bobo (e na verdade é): uma pessoa cria um perfil no site do Twitter, e, a partir daí, passa a atualizá-lo. Outros usuários, os chamados ‘seguidores’, se cadastram para receber informações daquela pessoa e, a cada atualização, os ‘seguidores’ recebem mensagem em tempo real. Outro fator relevante é a aparente ‘aproximação’ que a interface cria entre ‘seguidos’ e ‘seguidores’, ao passo que permite interações entre ambos.
É inegável o poder dessa ferramenta. Confira no gráfico abaixo:

Fonte do gráfico: http://capinaremos.com/2009/08/dados-graficamente-corretos/
Facebook “Salva-vidas”
13/09/2009 às 22:45 | Publicado em Uncategorized | 3 ComentáriosÉ impossível negar que não estamos inseridos “até o pescoço” na realidade das redes sociais atreladas à praticidade das tecnologias da informação. Um exemplo (um tanto quanto bizarro) disso é a notícia que saiu no site Globo.com sobre as duas garotinhas que usaram o celular para postar no Facebook que estavam em perigo.
Segue um trecho da notícia:
“Duas garotas com idades de dez e 12 anos usaram um telefone celular para acessar o site de relacionamentos Facebook e pedir ajuda, depois de ficarem presas em um cano no subúrbio de Adelaide, na Austrália. Um amigo que estava on-line viu a mensagem e ligou para o serviço de emergência, que foi até o local resgatá-las, na noite de domingo (6). Nenhuma delas estava ferida.
As duas se separaram de um grupo de amigos depois que elas decidiram usar um sistema de tubulação como atalho. Elas se perderam dentro dos canos e tiveram a ideia de pedir ajuda, usando para isso o acesso ao Facebook via telefone celular.
As equipes de busca foram guiadas pelas vozes das meninas e demoraram quatro horas até que pudessem encontrá-las, segundo informações do “7 News”.
Glenn Benham, porta-voz dos bombeiros de Adelaide, disse que foi uma questão de sorte alguém ter visto o pedido de socorro no Facebook e percebido que não se tratava de uma brincadeira. “Esses canos são suscetíveis a alagamentos rápidos e, por isso, são muito perigosos”, afirmou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.”
O público e o privado na geração WWW
10/09/2009 às 01:07 | Publicado em Uncategorized | 1 ComentárioPúblico e privado se fundem e se confundem, cada dia mais e mais, na geração WWW. A exibição pessoal encontra terreno fértil nos novos espaços públicos virtuais. De um mero anônimo a uma figura notória, atuamos hoje como verdadeiros profissionais de Relações Públicas da nossa própria imagem. Orkut, Facebook, Twitter, YouTube, MSN, Blog, dentre várias outras redes de sociabilidade que nos projetam e nos fazem conhecer e sermos conhecidos por pessoas de qualquer parte do mundo.
A relação Público-Privado, embora remonte às próprias origens do pensamento e cultura ocidentais, tem na sua forma uma extraordinária variabilidade ao longo dos tempos, seja pelo modo como a sua linha e fronteira foi sendo sucessivamente definida e alterada ou pelo conteúdo conferido a cada um dos conceitos e diferentes épocas e sociedades.
Na sociedade moderna, o espaço da individualidade encontra-se restrito à esfera privada, ou seja, ao lar e à intimidade. Sob esse aspecto, a geração web (que caracteriza de forma singular a sociedade contemporânea) se aproxima (e muito) da concepção da individualidade na cidade-estado grega, ao passo que, hoje, através de nossos Orkuts, Facebooks ou qualquer outra interface gráfica de relacionamento, buscamos mostrar ao mundo (ou a quem queira e possa ver) quem somos ou, mais precisamente, quem pensamos ser. A Internet é o meio mais próximo deste ‘lugar único’, sendo, sem dúvida, o mais democrático e de maior alcance.
Olá Mundo!
03/09/2009 às 00:26 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioMOBILIDADE E REDES SOCIOTÉCNICAS
Pode-se definir a mobilidade como a relação social ligada à mudança de lugar ou conjunto de modalidades pelas quais os membros de uma sociedade tratam a possibilidade de eles próprios ou outros, ocuparem sucessivamente vários lugares. Neste espaço múltiplo de inúmeras possibilidades, a desagregação do mundo real e de materialidades cria uma virtualidade cada vez mais recorrente e dotada de valores muitas vezes questionáveis.
A mobilidade como fato social total é considerada como uma relação social de grande riqueza, engendrada por uma realidade problemática, devido à existência de distâncias entre objetos e operadores de todos os tipos e cria um risco de separação e de desconexão antinômicas com a interação social. Para amenizar este problema o homem criou artefatos tais como a telecomunicação, alternativa válida à mobilidade, a redução dos custos de transporte e a facilidade crescente de relação entre um lugar e qualquer outro do planeta, o que favorece um crescimento das mobilidades em grande escala. Outro fator a ser considerado é a urbanização, portadora de um crescimento de mobilidades intra-urbanas.
As relações sociais de mobilidade possuem um sistema de movimentos potenciais denominados virtualidades que são e estão classificadas em três categorias: a mobilidade como possibilidade, como competência e como capital. Podemos resumir as mutações das mobilidades e seus efeitos sobre as identidades a algumas características simples, porém decisivas: vivemos em um mundo que se movimenta em várias velocidades, os espaços aos quais nós nos sentimos pertencer não são mais, a distinção entre mobilidade cotidiana e mobilidade rara se torna cada vez mais difícil, ao lado dos lugares, os mais impositivos, uma grande quantidade de lugares fracos povoam nossa existência. Assim o campo da mobilidade é considerável e está em plena expansão.
E nós? Como nos posicionamos nestes novos espaços sociais? Quer saber mais? Fique ligado.
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